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campo de concentração e de um genocida. Mas, até onde sei, essas pessoas não procuram a psicoterapia
nem lêem livros sobre auto-estima.
Para quem essa discussão interessa, existe uma prova esmagadora de que, se pudermos aprender a
nos entender e a nos perdoar, nosso comportamento tenderá a melhorar. Entretanto, se continuarmos
insistindo na autocondenação, nosso comportamento (bem como nossa auto-estima) tenderá a piorar.
Aqui está um exercício que o ajudará a aplicar esse princípio. Anote, de forma clara e específica,
algum ato pelo qual você se censura. Explique POR QUE considera errado esse ato. Então feche os olhos e
imagine que não foi você, mas um amigo querido, que o cometeu. Imagine-se entrevistando esse amigo,
encorajando-o a falar, ajudando-o a falar que modelo de estar-no-mundo estava em funcionamento,
orientando-o para a perspectiva e os sentimentos que estão por trás do comportamento. E, então, imagine-se
dando-se esse mesmo tratamento. Como isso o faz sentir-se? De que se conscientizou? Anote a experiência
no caderno.
Agora considere o seguinte: se você acha apropriado e desejável oferecer essa benevolente
perspectiva a alguém de quem gosta, está disposto a oferecê-la a si mesmo?
É claro, se você não está disposto a oferecê-la a si mesmo, é provável que também não a ofereça a
mais ninguém. Quando somos irracionalmente rígidos ao julgar nosso próprio comportamento, em geral,
nnão somos menos rígidos ao julgar o dos outros. Reciprocamente, a autocomplacência, desde que seja
responsável e não apenas auto-indulgente, em geral resulta em benevolência para com os outros. A
benevolência, dirigida a si mesmo e aos outros, é tanto uma expressão como um fator alimentador da auto-
estima.
Jairo consultou-me sobre uma série de problemas pessoais, inclusive um profundo sentimento de
culpa por ter abandonado a esposa e o filho depois de poucos anos de casamento, quando o filho tinha
menos de dois anos. Isso fora há quinze anos, e, mesmo tendo se divorciado e casado outra vez, sentia-se
profundamento perturbado com o mal que causara, particularmente ao filho. Como vou me perdoar? ,
perguntou-me. Como vou me redimir?
Fiz com que ele passasse pelo processo que acabei de descrever, durante o qual se imaginou
aconselhando um amigo que cometera a mesma falta que ele. Começou a se ligar com o terror que sentira
anos atrás, com o sentimento que experimentara, vendo-se esmagado por responsabilidades que estavam
além de suas forças, pela consciência de que não amava a esposa e de que simplesmente sucumbira à sua
pressão para casar-se, por causa de uma necessidade exagerada de ser visto como um bom rapaz , e assim
por diante. Ele não abriu mão da convicção de que poderia ter se comportado de modo mais honrado e
responsável na época, mas começou a conscientizar-se de seu eu mais jovem e, pelo menos, a perceber
que não tinha sido motivado pela crueldade ou pelo capricho e, no universo tal como o percebia, não notara
as alternativas que agora apareciam diante dele. Decidiu ver o filho e a ex-mulher, reconhecer seu erro e o
conhecimento da dor que causara, aceitar o direito que eles tinham de jogar sobre ele todo o tipo de raiva
que quisessem e descobrir se havia algo que pudesse fazer para ajudá-los agora. Perdoou-se e reconheceu o
direito deles de não perdoá-lo, se assim preferissem. Estava livre para ver a dor da ex-mulher e do filho com
uma clareza e uma compaixão que não lhe foram possíveis enquanto se preocupara com a autocensura; ao
perceber isso, foi capaz de partir para a atitude adequada. A esposa nunca se casara novamente, e ele era
incapaz de penetrar sua muralha de amargura, porém, com o filho conseguiu estabelecer um relacionamento
profundamente satisfatório para ambos, depois de um longo e difícil período de suspeitas, lágrimas e raiva
por parte do filho.
A culpa e a compaixão não se misturam muito bem , disse Jairo. Enquanto pensava sobre como eu
era imprestável, uma outra parte de mim mesmo estava sempre na defensiva, se autoprotegendo. Quando
parei de fazer isso, pude, pela primeira vez, ver o lado deles em termos reais. Agora, seja o que for que eu
puder fazer por eles, estou disposto e feliz em fazê-lo. e o que não posso, aceito e fico em paz com o
assunto.
Um dos piores erros queu podemos cometer é dizer a nós mesmos que o sentimento de culpa
representa necessariamente algum tipo de virtude. A rigidez intransigente com nós mesmos não é motivo de
orgulho. Ela nos deixa passivos e impotentes. Não inspira mudanças, paralisa. SOFRER é talvez a mais
simples das atividades humanas; SER FELIZ é talvez a mais difícil. E a felicidade requer não a rendição à
culpa, mas a emancipação da culpa.
Consideremos agora uma outra maneira de ferir a nossa auto-estima, avaliando inadequadamente o
nosso comportamento.
Às vezes prejudicamos nossa auto-estima, generalizando a respeito de nossa natureza essencial ,
com base nos atos que praticamos em situações específicas.
Por exemplo, Martins contou-me: Sou um desajustado social. Não sei conversar com as pessoas.
Não sei o que dizer . Quando lhe perguntei: Você NUNCA sabe o que dizer? , ele respondeu: Bem... não;
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